
Tive medo.
Ontem pensei em pegar minhas coisas, arrumar a mala, fechar a porta, sair sem rumo.
Tudo muito claro, tudo muito escuro. Eram todas as certezas se fundindo e transformando-se, contraditoriamente, em incertezas.
Sim, não. Por que, aonde.
A escuridão tomava conta dos pensamentos mais claros; a esperança de dar tudo certo existia, claro. Na verdade, as vontades estavam à flor-da-pele, tudo muito fora do comum; alguns passos dados e umas atitudes inconseqüentes.
Tudo muito claro, tudo muito escuro. A noite já caminhava para o dia; a luz com certeza viria. Ou não.
Depois de tanta dúvida, chego à conclusão de que a incerteza é também uma convicção, convicção de que nada se sabe.
E é sempre assim. E continuei assim. Talvez, não sei, quem sabe.
2 comentários:
=O
Geeente, além de tudo ela ainda escreve BEM!
Ficou lindo o Blog e o post também.
Agore TEM que postar sempre, viu dona Luiza?!
Um beijão.
Ah, depois você tem que consertar a confguração para que qualquer um possa comentar, não só quem tem Blog.
Tive que comentar pelo meu Blog velhinho por isso.
Beeijo.
;]
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